Quanto custa reparar um risco no carro?
Reparar um risco pode significar meia hora de polimento ou dois dias de trabalho de chapa e pintura. A diferença de custo é grande, e depende de quatro variáveis que analisamos sempre antes de dar um valor.
1. Profundidade do risco
Riscos que ficam no verniz corrigem-se por polimento, sem tinta. Riscos que chegam à cor exigem retoque e verniz. Riscos até ao metal obrigam a tratamento anticorrosivo, primário e repintura do painel.
2. Painel afetado
Um risco numa porta lisa é mais simples do que um risco que atravessa uma nervura, um punho ou a junção de dois painéis. Zonas com curvas acentuadas exigem mais tempo de preparação e de esbatimento.
3. Cor e acabamento
Cores lisas igualam-se com facilidade. Metalizados, perolados e tricamada precisam de teste de cor e de mais camadas, o que aumenta materiais e tempo de cabine.
4. Extensão da zona
Um risco de dez centímetros e um risco que percorre toda a lateral do carro têm tratamentos diferentes: o segundo implica pintar vários painéis para manter a uniformidade.
Como obter uma estimativa rápida
Fotografe o risco de frente e em ângulo, com luz natural, e envie por WhatsApp. Conseguimos dizer-lhe se o caso se resolve com polimento e indicar uma ordem de grandeza antes de trazer o carro à oficina em Mundão, Viseu.
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