Como remover riscos da pintura do carro
Antes de tratar um risco é preciso perceber a que profundidade ele chega. A pintura de um automóvel tem várias camadas: primário, base de cor e verniz. O tratamento certo depende de onde o risco parou.
O teste da unha
Passe a unha perpendicularmente ao risco. Se não prender, o risco está apenas no verniz e há forte probabilidade de se resolver com polimento. Se a unha encaixa, o risco atravessou o verniz e chegou à cor ou ao primário — nesse caso será necessário retocar ou repintar a zona.
Riscos superficiais: polimento
Marcas de lavagem, teias de aranha e riscos finos removem-se com correção de verniz em várias etapas, do corte ao refinamento. O resultado é uma superfície plana que volta a refletir sem halos. Depois aplica-se selante ou cera para proteger o trabalho.
Riscos profundos: reparação e repintura
Quando o metal ou o plástico fica exposto, o risco começa a oxidar e alastra. A reparação passa por lixar a zona, aplicar primário, pintar com a cor codificada e envernizar, terminando com polimento de integração ao painel vizinho.
O que evitar
- Canetas de retoque em riscos longos — deixam uma linha visível e dificultam a reparação posterior.
- Polir com pastas abrasivas de forma repetida: o verniz tem espessura limitada.
- Deixar riscos profundos ao tempo, sobretudo no inverno, por causa da corrosão.
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